Modelo de intervenção precoce baseado em evidências, que integra ABA e abordagens desenvolvimentistas. Focado em brincadeira, interação social, comunicação e aprendizagem naturalista durante os primeiros anos.
Intervenções baseadas em evidências.
Modelos naturalistas e cientificamente validados que orientam nossa prática clínica.
Princípios da ABA + estratégias desenvolvimentistas, em contextos naturais.
As intervenções naturalistas combinam princípios da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) com estratégias desenvolvimentistas — priorizando interação social, motivação, brincadeira e aprendizagem em ambientes naturais.
Integramos conhecimentos da ABA, neurociência, desenvolvimento infantil, comunicação social e aprendizagem naturalista — promovendo intervenções individualizadas, funcionais e centradas na criança e na família.
Diferentes lentes, uma mesma direção clínica.
Cada modelo oferece um olhar específico — para comunicação, motivação, atenção compartilhada, regulação. Combinamos os modelos conforme o perfil e os objetivos terapêuticos de cada criança.
Intervenção naturalista baseada na ABA, voltada aos comportamentos pivôs do desenvolvimento — motivação, responsividade, iniciativa social e autorregulação.
Modelo naturalista que utiliza os interesses espontâneos da criança para promover comunicação funcional e aprendizagem em contextos naturais.
Abordagem naturalista derivada do Incidental Teaching, voltada ao desenvolvimento da linguagem funcional em contextos cotidianos. Utiliza modelação, expansão da linguagem e responsividade.
Modelo focado no desenvolvimento de imitação social, atenção compartilhada e engajamento interpessoal.
Programa naturalista mediado pelos pais, baseado em estratégias desenvolvimentistas e comportamentais. Promove linguagem social, comunicação funcional e participação familiar no processo terapêutico.
Intervenção focada em atenção compartilhada, brincadeira simbólica e engajamento social — pilares para o desenvolvimento da comunicação social precoce.
Modelo interdisciplinar voltado ao desenvolvimento da comunicação social, regulação emocional e suporte transacional. Prioriza funcionalidade, participação social e adaptação dos ambientes para qualidade de vida.
Quatro princípios que organizam cada plano terapêutico.
Perfil individual primeiro.
Mapeamos motivação, comunicação, sensorial e contexto antes de escolher modelos.
Modelos coexistem.
Diferentes lentes para diferentes objetivos — sempre na mesma direção clínica.
Decisões baseadas em medida.
Acompanhamento contínuo do progresso e revisão sistemática dos objetivos.
Família como coautora.
Generalização nos ambientes naturais com orientação e mediação parental.
Pequenos avanços consistentes produzem grandes trajetórias de desenvolvimento.